Natal – Alguns dos Símbolos Natalinos: Você sabe de onde vêm?

O natal é sem sombra de dúvida, uma das festas mais importantes do calendário gregoriano. Ela já ultrapassou séculos, está inserida de forma única em diversos países pelo mundo afora, sem contar que, economicamente, é também um dos momentos mais esperados pelo comércio, que estimula a compra de presentes, adereços para decoração das casas, da ceia e todo o resto. Contudo, são poucas as pessoas que hoje conhecem a simbologia de alguns dos elementos mais recorrentes e tradicionais do natal.

Por exemplo, ninguém fica sem comprar ao menos uma lembrancinha de natal para uma criança, parente ou amigo mais próximo. Até mesmo as empresas e as grandes corporações fazem questão de distribuir “lembrancinhas” ou “brindes” de natal. Mas será que alguém sabe, de fato onde e como se iniciou a prática da troca de presentes?

Deve-se a tradição católica, o hábito da troca de presentes. Segundo a história cristã, na noite de 24 para 25 de dezembro, nascia o messias – aquele que seria o enviado do Senhor para acabar com os males aqui na terra. Estes magos teriam visitado o menino Jesus, logo após o seu nascimento e o teriam presenteado com ouro, incenso e mirra. Cada um desses presentes representaria um tema distinto: o ouro a providência divina, o incenso, as orações e espiritualidade. Já a mirra, seria o elemento que faria com que o messias retornasse ao mundo terreno. Portanto, a prática de trocar presentes se deve às questões de espiritualidade e afeto aos que mais amamos.

Já aquelas meias que são penduradas nas portas, nas árvores e janelas, tão bonitas, e que em geral às crianças causam grandes expectativas, são símbolos provenientes de uma lenda nórdica. Três jovens muito pobres não podiam se casar, pois não possuíam nada para oferecer de dote em troca de um bom marido. Consternado com o choro e a tristeza das moças, São Nicolau, durante à noite de 24 de dezembro, teria jogado três cheios de moedas através da chaminé da casa onde moravam. As moedas caíram dentro de três meias que secavam na lareira. E dessa forma, as moças puderam se casar.