Os Melhores (e com bons preços) Espumantes para o Natal

A contagem regressiva para o Natal já começou e uma ceia sempre fica mais requintada com um bom champanhe ou espumante. Primeiramente, é bom entender a diferença entre os dois.

O verdadeiro Champagne provém exclusivamente de uma região, também chamada Champagne, a 145 km de Paris. É um dos vinhos de produção mais complicada e envolve inúmeras etapas. Portanto, apenas os vinhos espumantes produzidos nessa região podem ser chamados de champagne. Assim, todo champagne é um vinho espumante, mas nem todo vinho espumante é champagne.

Existem vinhos espumantes em praticamente todos os países vinícolas. Apesar da tradição ser maior na França, que exporta seus métodos de elaboração, diversas localidades já são tradicionais na produção, como Chile, Argentina, Uruguai, Estados Unidos, Espanha, Alemanha, Austrália e África do Sul. O Brasil, na Serra Gaúcha, também produz espumantes, como o Moscatel, da vinícola Aurora.

Brancos e tintos, secos e suaves, baratos e caros. Os espumantes atendem todas as preferências e os sommeliers dão dicas de vários tipos e de distintas nacionalidades, para a festa de Natal. Os preços das garrafas vão de R$ 30 a R$ 1.300.

O Champagne Deutz Brut Classic, produzido na França, é um espumante branco seco, que vai bem com aperitivos, queijos moles, peixes, como salmão e linguado, carnes brancas e vitela.

O espumante Marchesi Antinori Chianti Classico Riserva 2006 é feito pela família Antinori, que faz vinhos há mais de 600 anos. A coloração é vermelho-rubi intenso e sua prova indica bastante tipicidade das uvas, notas de baunilha e chocolate. Combina com entradas e antepastos, massas com molho de tomate e carne assada. A temperatura ideal para consumo é de 20°C.

Da Austrália, os sommeliers indicam o Onkaparinga Grenache 2007, do produtor Clarendon Hills. É um espumante tinto seco, com aromas sutis. Ideal com carnes vermelhas grelhadas, queijos macios, paleta de cordeiro e aves com molhos consistentes.

O “Château Valandraud” é um típico vinho de garagem, ou seja, tem uma pequena produção e passa por técnicas muito específicas, que dão origem ao que é chamado “vinho de autor”. Criado pelo casal Jean-Luc e Murielle Thunevin Andraud em vinícolas francesas, tem visual arroxeado e aromas de frutas negras, ameixa, cassis, tabaco e baunilha. Para o criador da bebida, o rótulo combina com pratos simples, com batatas e trufas.

Produzido no Chile, o vinho “Ninquén Especial 2007”, da vinícola de mesmo nome, tem coloração vermelha-rubi profunda, aromas de amoras maduras, com toque de anis e cedro. É outra recomendação para as festas natalinas.

A variedade é imensa e o paladar é individual. A harmonia perfeita ocorrerá quando o degustador apreciar tanto o vinho quanto a comida. Até o Natal, há tempo para a escolha do espumante ideal.